Obrigado a tod@s que votaram em mim no 2º Prêmio Blogbooks (2010). Não foi dessa vez que o blog “Prosopoética de um Insone Sonhador” virou livro. Mas estou feliz porque ele ficou entre os mais votados em todo o país! E isso tudo, graças a vocês!
Fica o pedido: visitem este blog regularmente, comentem, divulguem... Até 2011, poderei ter mais seguidores, fãs, críticos, enfim, tudo ajuda na hora de uma nova votação, né? Rssss...
MUITO OBRIGADO! OBRIGADO! OBRIGADO.
Pela amizade,
Pelo tempo investido,
Pelo carinho,
Pelo incentivo,
Por fazerem parte de minha vida.
Um forte abraço,
Guilherme.
Ah! Como eu tinha prometido, seguem os links - em ordem alfabetica - dos blogs mais votados! (em destaque, quem ficou entre os 10, OK?). Acho que esse ato democratiza iniciativas literárias que, tal qual a minha, eram ilustres desconhecidos. Vida longa a todos eles! E aos outros participantes (foram 1938 blogs, sendo 545 só na categoria Arte e Cultura, a qual concorria) do “2º Prêmio Blogbooks”:
Tudo começou com uma pergunta. Que ele não soube
responder.
Que drama! Como poderia haver pergunta sem
resposta? Isso não estava certo. Ele precisava tomar uma providência. Não
responderia somente àquela questão, mas a TODAS. Sem exceção. Porém, para isso,
era preciso buscar conhecimento. Em qualquer parte, de qualquer modo, a
qualquer custo. E foi o que fez: dedicou toda sua vida à pesquisa. Pesquisou,
pesquisou, pesquisou... sem parar.
Não demorou muito, já sabia de cor todas as
histórias da História, as dúvidas do Português, os limites da Geografia, os
problemas da Física, as nuanças das Línguas Estrangeiras, os casos da
Sociologia, os desafios da Matemática, os segredos da Química, as novidades da
Biologia e um sem-número de coisas que iam além da (nossa) vã Filosofia. Mas
havia outras áreas e ele, incansável, prosseguia...
Nada lhe passava despercebido: da arte rupestre à
arte contemporânea, da Tecnologia da Informação e Comunicação à Metafísica, da
Teologia à Cientologia, da Culinária à Mecânica, Hidráulica, Eletrônica, Moda,
Publicidade, Arquitetura, Medicina, Direito, Engenharia, Música, Ocultismo... e
tantos outros assuntos capazes de fazer um careca arrepiar sua peruca! Fato:
ninguém sabia mais do que ele. Seu QI era uma luminiscata!
Quem conseguiria memorizar tanta coisa? Eram
nomes, fatos, feitos, datas, leis, endereços, telefones, fórmulas, filmes,
livros, melodias... Só de pensar, qualquer um perderia o fôlego. Ou o juízo.
Falando nisso, algo de estranho acontecia: a memória lhe pregava peças.
Estaria, sua cabeça, cheia demais? Nas artes, por exemplo, confundia Monet
com Manet – o que era inadmissível! E depois de quinta-feira? O que
vinha mesmo? Sexta, sesta ou cesta? Ah! Problema,
problema, problema! Tinha medo, agora, de retificar e não conseguir ratificar
depois. Eis, pois, o (novo) drama!
E ninguém podia ajudar. Dependia dele – e só dele
– uma solução. Foi ele quem começou tudo isso, toda essa confusão. Coube-lhe,
no pouco juízo que lhe restara, uma ideia atroz:
“- E se eu me desocupasse das coisas sem
importância? Dos tempos de escola? Daquilo que não me serve, que ficou para
trás? Quem sabe eu não ganho espaço na cachola, para aprender um pouco mais?”
E assim o fez. Não seria difícil, pois o que lhe
veio logo à mente foi...
“- A primeira dor-de-cotovelo.”
Quem, diabos, iria querer lembrar a primeira
decepção amorosa? Não, não, não. Totalmente dispensável. E aproveitou para se
esquecer da segunda, da terceira, da quarta...
E, já que estava remexendo nos arquivos
descartáveis da escola, decidiu apagar as lembranças das notas baixas que
tirou, dos gols que perdeu, das briguinhas entre amigos, das vezes que ficou
sozinho num baile sem ter ninguém pra dançar, do sorvete que não provou –
porque alguma amiga mais afoita o derrubou no chão...
“- Pensando bem, era melhor apagar o nome dela,
também!”
Daí, foi um pulo apagar a primeira queda de
bicicleta, a dor de barriga por causa do bolo de chocolate quente que comeu –
sozinho, os presentes que não ganhou no natal, as queimaduras de sol no
carnaval, as dores de dente e de ouvido... Nossa! Quanta coisa inútil tinha
guardada na cabeça! E continuou apagando: o vestibular perdido, as broncas do
chefe, a primeira demissão, o casamento que não deu certo, as ressacas
titânicas...
... Até que não havia mais nada – ruim – para
esquecer.
Que maravilha seria essa notícia – se ele fosse
um cidadão comum. Mas, na situação em que se encontrava, sua conquista era uma
derrota. O que fazer? Havia ainda muito para assimilar, conhecer,
experimentar...
Só lhe restou apagar alguma coisa boa – mas nem
tanto – de forma a liberar espaço na cabeça. Mas o quê? Tudo parecia tão
importante! Não foi fácil decidir, pois quase nada lhe vinha à mente...
“- A primeira paixão.” – Pensou, depois de
escolher cuidadosamente.
Já fazia tanto tempo! E, hoje em dia, tantas
aventuras lhe ocorreram que não seria problema esquecer, por exemplo, o
primeiro beijo. De lá para cá, beijou tanto que também esqueceu o segundo, o
terceiro, o quarto...
Daí esqueceu as notas altas que tirou na escola,
os gols que marcou, as pazes após briguinhas bobas entre amigos, as vezes que
dançou com a garota mais bonita do baile... e um sorvete que provou – porque
essa mesma amiga, apaixonada, ofereceu-lhe...
“- Uma pena, meu bem... Mas é preciso apagar o
seu nome também.”
Foi preciso apagar a lembrança de quando aprendeu
a andar de bicicleta, do bolo de chocolate que comeu – sozinho, dos presentes
que ganhou no natal, das brincadeiras ao sol no carnaval, do alívio que sentiu
após sair do dentista e do médico... Nossa! Quanta coisa (ainda) tinha guardada
na cabeça! E continuou apagando: a aprovação no vestibular, os elogios do
chefe, o primeiro salário, a festa de casamento, os porres homéricos...
... Então, cada vez mais tentado, foi esquecendo
uma coisa aqui; outra ali. E assim foi o resto de sua vida. Apagando, apagando,
apagando... substituindo, substituindo, substituindo... aprendendo, aprendendo,
aprendendo... Até responder TODAS as perguntas.
Menos uma:
“- Quem sou eu?”
(Guilherme Ramos, de 04/08/2010, 20h41 até
11/09/2010, 16h30. Para Hedissa, pela inspiração repentina... e para Hannah,
nossa filha, que hoje faz 4 meses!)
Hoje, ao chegar em casa, feliz, por saber que o blog estava entre os 25 mais votados do país, na categoria “Arte e Cultura”, do concurso “Seu Blog Pode Virar Um Livro”, deparei-me com o seguinte comentário (que pode ser visto nos comentários da postagem Prosopoética pode virar LIVRO!):
Olha... Na hora eu até fiquei meio desanimado, sabe? Pôxa vida, pensar isso de mim? Que tô batalhando (igual a muitos por aí) pra ganhar um espaçozinho - não apenas nas estantes mas - nas lembranças literárias de algumas pessoas!... Daí, em segundos, sublimei o sentimento e resolvi responder ao comentário, numa boa. Como exercício. E achei que deveria transformá-lo numa postagem, para partilhar com tod@s vocês! Afinal, a INSPIRAÇÃO vem das causas mais diversas! Divirtam-se! (Como eu me diverti!). Obrigado, anônimoooooooo!
* * * * *
Car@ Anônimo:
Obrigado pela colaboração. Mas sinto necessidade de corrigi-l@: na realidade, eu não "mando", eu "peço" para que meus amigos votem em mim (quantas vezes eles acharem que mereço). E o sistema do concurso permite - provavelmente todos os concorrentes estão fazendo o mesmo, pois somente os 10 primeiros terão a chance de serem analisados por uma comissão da Ediouro/Blogbooks. Isso nunca foi segredo para ninguém. Que leu o regulamento. Segue o trecho:
"(...) Na primeira fase do concurso, todos os inscritos participam e o público vota clicando em selos no próprio blog. Na segunda fase, os 10 blogs mais votados pelo público em cada categoria serão avaliados por uma comissão, formada pelos vencedores de 2009 e editores das empresas Ediouro. Um blog de cada categoria será escolhido para virar livro. (...)"
Se você tivesse prestado atenção no que escrevi, ao invés de apenas tecer um comentário desses ("cheat", para quem não é familiarizado em inglês, significa "trapaça"), entenderia que a estrada para esses 10 blogueiros (e suas maravilhosas técnicas para a coleta de votos) está apenas começando. Melhor do que muitos políticos brasileiros (que "compram" os seus eleitores), uso apenas o conteúdo do blog como argumento e minha amizade como garantia. Uso, apenas, “muito obrigado” para retribuir e não faço falsas promessas a ninguém. Apenas uma: a de que terei UM SONHO realizado.
UM sonho. Apenas. Você também deve ter sonhos. Porque, então, não investe neles? E os partilha num blog, para que todos possam se encantar? Sonhar com você? Enfim...
Quem sabe você não participa do 3º Prêmio Blog Books (em 2011)? Ou, quem sabe, você está concorrendo esse ano? Hum... Se assim, for... Boa sorte para você! Pena que seus leitores não saberão como você se comporta numa competição saudável, onde o importante é promover blogs e dar espaço para autores de um país tão difícil de ser lido, como o Brasil, pois você não se identifica... E, é por pensar em pessoas como você, que permito comentários “anônimos”, pois sou a favor da liberdade de expressão. Censurar pra quê, não é? Aliás, sua ironia só me anima mais. É importante estar na boca do povo? Hum... Polêmica ajuda a divulgar as coisas, sabia? Acho que você está me ajudando e nem sabe... Rsss...
Acho, até, que vou usar esse seu comentário como inspiração para uma nova postagem! Claro! E, se for agraciado com a publicação pela Blogbooks/Ediouro, pedirei para que a publiquem também. Tá vendo? Você ficaria conhecido pelo mundo, se tivesse se identificado! E, quem sabe, não seríamos amigos, não é verdade? Rsss...
Mas, se não for o caso (de ser publicado, OK? Porque esse nosso "e-colóquio" pode ser o início de uma grande amizade, não posso descartar isso...) tenho muitos sonhos. Se ESSE não for realizado, continuarei minha estrada. Sorrindo, sempre. Encantando, sempre. Comentando, sempre. Como você!
Mas me identificando, para garantir os créditos e os préstimos da Lei de Direitos Autorais! Rsss...
Evoé, Anônimo!
Bem-vind@ ao blog "Prosopoética de um Insone Sonhador"!
Muito obrigado pelos votos até agora! O blog já está entre os 25 mais votados no Brasil!
Mas, agora é que mais preciso de vocês. É necessário garantir que o Prosopoética fique entre os 10 mais votados! Então, o que fazer?
Simples! Faz de conta que vocês (ainda) não votaram. E que souberam, nesse momento, que preciso de muitos votos!
É só fazer o que vocês fizeram antes. Votaram muito, muito e MUITO! E garantir que, nessa reta final, o Prosopoética ganhe um espaço na estante do Blogbooks!
É simples:
1) Clique no selo "esse blog pode virar livro" que fica à direita e acima do blog (ao fazer isso, abrirá uma nova janela/aba que será a página de votação)
2) Digite as letrinhas que aparecem e clique o botão "vote agora"
3) Feche a janela/aba
4) Volte ao meu blog e clique no selo novamente (uma nova janela/aba será aberta)
5) Repita os passos 3, 4 e 5 quantas vezes quiser...
Preciso de muito votos, pois o concurso encerra em 12/09/10. Se todos vocês clicarem, estarei mais perto da realização desse sonho!
O que vocês vivem dizendo, pode virar REALIDADE. Refiro-me à possibilidade deste blog pode virar LIVRO! Mas preciso da ajuda de vocês URGENTEMENTE.
Seguem, abaixo, informações direto do site do concurso (que encerra em 12/09/2010), por isso, votem em mim, DEPRESSA, aqui! (ou cliquem no SELO que está acima e à direita dessa página) - Ah! E façam isso quantas vezes vocês puderem! E divulguem para seus amigos e os amigos de seus amigos. Ajudem-me a realizar esse sonho!
Mais uma vez, os melhores blogs do Brasil vão virar livros.
A próxima página da sua vida esta prestes a ser escrita, publicada, lançada com toda a pompa e vendida pelo Brasil.
A editora Singular Digital e o Universo do Autor apresentam o 2º Prêmio Blogbooks. O concurso que transforma os melhores blogs do Brasil em livro e traz uma grande novidade este ano: qualquer blog pode se candidatar em uma das categorias abaixo.
Arte e Cultura (categoria que estou concorrendo...)
Comunicação e Negócios
Entretenimento
Gastronomia
Humor
Política
Quadrinhos
Religião
Sexo
Tecnologia
Universo Feminino
Universo Masculino
Categoria Especial 2010: Esportes
Na primeira fase do concurso, todos os inscritos participam e o público vota clicando em selos no próprio blog.
Na segunda fase, os 10 blogs mais votados pelo público em cada categoria serão avaliados por uma comissão, formada pelos vencedores de 2009 e editores das empresas Ediouro. Um blog de cada categoria será escolhido para virar livro.
Outra novidade é criação da categoria Esportes. Em ano de Copa do Mundo e de escolha do Brasil como sede de uma olimpíada, essa turma teve mesmo muito o que falar.
2º Prêmio Blogbooks. Um concurso para quem, como você, publica sua obra post a post na Internet.
O prêmio é só a próxima página. Os melhores blogs da Web, indicados pelo público e validados pela comissão do concurso, vão virar livros. Serão 11 blogs premiados, um em cada categoria, com a publicação e uma série de vantagens:
Venda nas principais livrarias online do Brasil
Divulgação na imprensa
Royalties nas vendas dos livros
ISBN - Registro oficial do livro na Biblioteca Nacional
Evento de lançamento
E tem ainda um prêmio extra muito importante: o orgulho da sua mãe, que finalmente vai entender o que você faz :-)
Hoje seria (mais) um dia qualquer para mim. Para muita gente. Um dia comercial como o ano novo, o natal... (E um monte de data igual). Um dia que perdeu o sentido para muita gente. Gente como eu. E até gente como você.
Mas no meu mundo, há mágica. Aliás, sempre houve. No entanto, uma magia específica aconteceu em minha vida e tem me protegido das sombras e cinzas da “magia negra” do consumismo.
Três letrinhas, num maravilhoso mantra (vai e volta) me protegem e me alegram a cada segundo:
… HAN NAH HAN NAH HAN NAH HAN NAH HAN NAH HAN NAH…
(E vai... e volta... e volta... e vai!)
Enfim, minha pequena princesa (ainda) nem sabe, mas é tudo o que preciso. O que tenho de mais precioso, minha melhor poesia, minha magia silenciosa, guardada no grimoire de meu coração.
08/08/2010. "Dia dos Pais". Nossa! Que responsabilidade. Dizem que é dia de gastar dinheiro, em nome de um sentimento que não tem preço. O capital (ai, Marx!) dita e manda na televisão... E você executa sem noção. O importante é deixar a família reunida. Fazer sorrir as bocas e brilhar os olhos... Num momento cheio de presentes, mas de um vazio interno que dá dó. Não quero isso para mim. Para ninguém.
Da criança, quero o sorriso sincero, o abraço apertado e as mãos vazias, para que elas me toquem a alma e façam sua mágica. A vida é o maior dos presentes. Quando compartilhada, torna-se o mais poderoso. Por isso, agradeço. Assim, continuamos.
Que venham outros natais... (e outras datas tão iguais...) Minha opinião continua. Como os passos do andarilho. (Re)Pense a sua.
Longa é a jornada, camarada! Por isso, pé na estrada...
… HAN NAH HAN NAH HAN NAH HAN NAH HAN NAH HAN NAH…
(Guilherme Ramos, 08/08/2010, 22h43, no meu primeiro “Dia dos Pais”...)
Desejo é a linha que separa sonho e realidade.
Fora desses limites (em mim) só há loucura.
Por mais que minta (para mim), a verdade
Constitui-se de nós dois. Sozinho, é tortura.
Não se devia ter prazer na paz,
Visto que prazer é puro conflito.
Desejo é coisa irracional. (É mais!)
Então, pergunto, porque reflito?
O que desejo (e aumenta dia a dia)
É muito simples de resolver:
Prazer, prazer, prazer e prazer!
Mas só com você acaba a agonia.
Vinho, Eros, eu e você...
Faríamos coisas sem Psiquê,
Numa mistura bem curiosa.
Dependendo dos olhos de quem vê,
Seria guerra, conflito, não sei mais o quê...
Ou uma relação (bem) mais prazeirosa.
(Guilherme Ramos, 19/07/2010, 19h42)
Para a musa Euterpe*,
A quem devo minha inspiração...
Sou corpo, mente e espírito,
Sou a mais pura devoção!
(*) Euterpe: uma das nove musas da antiga Grécia, filha de Zeus e Mnemosine. Era a inspiradora do verso erótico. Aquela que desperta desejo! (Fonte: Contos de Euterpe). Fica, aqui, minha humilde contribuição... Rsss...
(Guilherme Ramos, 16/07/2010, 13h06. Por mais que acredite em inspirações divino-espirituais, é preciso aceitar que, muitas vezes, andamos com nossas próprias pernas. Afinal, somos ou não somos "imagem e semelhança"? Então...)
Eu só sei que vou embora...
Seguir caminhos que escolhemos;
Refletir com escolhas que fizemos
(O amanhã de ontem é o agora...)
No meu tempo sem tempo.
A contento. A seu tempo.
Deduzir. Seduzir. Reluzir...
Sem parar. E se parar, repetir.
O momento pede um cento
De verdades ao vento...
Pois mentiras simplesmente
Não revelam o que se errou.
Tenho defeitos bem melhores
E qualidades das piores
Sendo (apenas) quem eu sou.
O que der, deu; o que soar, soou.
Dois... a fio.
Des... fio
O fio.
Dez... a fio.
Desafio
Dez ao frio.
Desvio,
Desconfio.
Dois por dois:
Dois a dois,
Num fio...
Dois mil...
E dois.
(Vezes dois!)
Dois, a dois,
No frio.
Isso pede cobertor,
Pede calor. Muito calor.
Humano (ou de algodão).
Pede cheiro, pede beijo
Na boca, na mão...
No ombro, no pescoço,
Na nuca, então...
Ah, essa moça...
Que lhe deixa,
Não lhe beija
(Mais) a boca!
Ah, esse moço...
Que, num esboço,
Só lhe deseja
(Mais) um pouco!
Lado a lado,
Vinho a vinho,
Olho a olho,
Boca a boca,
Pele a pele...
Há paixão.
Ah! Paixão!
A paixão,
Espalha as chamas,
Invade as camas...
Vira poesia,
Vira conto,
Vira romance.
Com perdão
Do trocadilho,
Sai do trilho.
(E da nuance...)
(Guilherme Ramos, 23/04/2010, 11h58 - com a colaboração de Luciana Pessoa - até 12/07/2010, 13h30. É, três meses... E quase não sai! Rssss...)
Eu mudo a cada instante. E talvez esses momentos estejam aqui, neste blog. Quer me conhecer (um pouco)? Visite-o. Permita-se. Participe. Comente. Seja diferente (ou indiferente). Não importa. Hoje em dia, tudo é válido: seja no "rubor", seja no "pálido".
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