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quarta-feira, 30 de maio de 2018 0 comentários

Menção Honrosa no "II Concurso de Contos Heliônia Ceres" (2017)


Ainda sumido, continuo participando de concursos e editais aqui e ali. O resultado volta a aparecer: um conto meu, "F22.9", recebeu Menção Honrosa no "II Concurso de Contos Heliônia Ceres" (2017), promovido pela Secretaria de Estado da Cultura de Alagoas.

Agradecimentos à minha amada Fátima Costa, por me incentivar (e incentivar e incentivar) a escrever, até quando eu acho que não sei fazer isso. Essa premiação também é sua, amor!

Até qualquer dia! (Ou noite. Quem sabe?)

Abração!
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016 0 comentários

3º Lugar no "I Concurso de Crônicas Ivone dos Santos"

Sim, de novo. Agora, foi uma crônica minha, "Intragável", que ficou em 3º lugar no  "I Concurso de Crônicas Ivone dos Santos", promovido pela Secretaria de Estado da Cultura de Alagoas. Agora, posso dizer que comecei a "ganhar dinheiro" com literatura. E que venha 2017!

Agradecimentos a Juliana Alves e Maria de Fátima, por terem, respectivamente, me informado e me incentivado a participar do concurso. Esse prêmio também é de vocês, queridas!

Em breve postarei a crônica por aqui.

Abraços!

0 comentários

Mais outro livro meu premiado!


2016, apesar dos pesares, foi um ano bom. Para mim. Foram tantas decisões, revisões, resoluções, provações...um sem-número de ações (e reações), que nem posso mensurar. Nem registrar. Foi (mais) um ano de silêncio por aqui. Mas o motivo continua sendo o mesmo: ineditismo literário. Estou guardando minhas criações para editais e concursos locais e nacionais. Sei que parece injusto com vocês, leitores e leitoras do Prosopoética, mas tem dado resultado: mais um livro (infantil) meu foi premiado no edital da Coleção Coco de Roda, uma realização da Imprensa Oficial de Alagoas e vai virar livro em 2017. Ele se chama "Estrela Raivosa".

Novamente feliz. Simples assim.

Obrigado, Maria de Fátima, pelo APOIO INCONDICIONAL dedicado às minhas criações este ano. Você faz parte dessa história.

Até o lançamento, gente!

E viva a literatura!
quarta-feira, 11 de novembro de 2015 0 comentários

Mais um livro meu premiado!


2015 continua um ano super-fértil! Outro livro meu (Minha Fúria e Outros Demônios) foi premiado pelo edital da Imprensa Oficial Graciliano Ramos

Obrigado a tod@s que acreditam em mim, em especial, neste livro: Sara AlbuquerqueJuliana AlvesIslane FrançaCarleane Correia e Nilton Resende (leitores, críticos e revisores - não necessariamente nessa ordem). 

Meus agradecimentos, também, a Déborah Moraes, Arriete Vilela, Carol Teles, entre outr@s, que me incentivam a continuar sonhando... Literalmente.

O prêmio é de vocês!
quinta-feira, 10 de setembro de 2015 0 comentários

Meu primeiro livro!


2015, definitivamente, tem sido muito bom para mim. Dia 09 de setembro recebi a maravilhosa notícia de que um conto meu (Mateu Errante, Mateu Brincante) foi premiado no edital da Coleção Coco de Roda, uma realização da Imprensa Oficial de Alagoas e vai virar livro até o final do ano! Aguardando, agora, para saber quem será o/a ilustrador/ilustradora dessa aventura folclórica!

Feliz. Simples assim.

Obrigado, Sara Albuquerque, obrigado, Islane França pela FORÇA que me deram durante esse processo (inédito) para mim. Foi muita emoção escrever, inscrever e receber o resultado com tanto carinho e emoções envolvidas.

Até o lançamento, gente! Postarei tudo aqui, não se preocupem.

E viva a literatura!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015 0 comentários

Guilherme Ramos na Revista Obvious




Oi, gente! 

A boa notícia é: agora, eu faço parte da equipe de colaboradores da revista eletrônica Obvious!

 Clique aqui e vá até meu espaço na Obvious!

Estou muito feliz, porque comecei 2015 com FORÇA TOTAL! Rssss...

Alguns textos serão escritos exclusivamente para lá, por isso, favoritem a Obvious e acompanhem minhas criações!

Clique para ler o artigo!

Conto com vocês! E com seus comentários, curtidas e compartilhamentos!

Abração,

Guilherme.



sexta-feira, 26 de setembro de 2014 0 comentários

Arriete Vilela entrevista Guilherme Ramos (especial para a Gazeta de Alagoas)

É. Eu sei. O blog ficou meio paradinho de um mês para cá, né? Eu explico: estou numa produção intensa (prosa e poesia) desde o início do ano. Porém, preciso deixá-la inédita para poder concorrer a editais literários Brasil a fora.

É meio injusto com vocês, assíduos leitores e leitoras, mas tentem compreender minha situação: não estava encontrando espaço em editais e concursos literários pela falta de ineditismo. Tudo o que eu criava estava aqui. Postado. E condenado a permanecer apenas aqui.

Decidi me permitir um pouco mais, para divulgar meu trabalho (e o blog também, claro), afinal são 8 anos de poesia, prosa, música... Acho que preciso atingir outras mídias.

Falando nisso, houve uma recente entrevista que dei para Arriete Vilela, especialmente para o Caderno B da Gazeta de Alagoas (sábado, 13/09/2014). Vocês podem acessá-la completamente clicando na figura abaixo (mas, se descerem um pouquinho, tem um "drops" dela...):


 Arriete Vilela entrevista Guilherme Ramos

Boa leitura!!!!

Um abraço,

Guilherme.

Por: ARRIETE VILELA - ESPECIAL PARA A GAZETA

Guilherme de Miranda Ramos, artista intermídia, ator, diretor teatral, escritor/poeta/dramaturgo, compositor e músico prático. Mantém o blog “Prosopoética de um Insone Sonhador” (www.prosopoetica.blogspot.com), que participou em 2010 do 2º Prêmio Blogbooks, categoria Arte e Cultura (parceria editora Singular Digital, Universo do Autor e editora Ediouro) e ficou entre os 25 mais votados no país. 


Seu conteúdo, despretensioso, mescla poemas, músicas, contos, reflexões e tudo mais de inspirador que vier na cabeça. Em 2005, foi um dos selecionados para compor a antologia poética “Diversos”, livro publicado em outubro pela Andross Editora (SP). Mas também é Especialista em Gestão de Organizações Sociais (UFS), Arquiteto e Urbanista (Ufal), além de ter concluído os cursos Atualização em História da Arte (UFPE) e Gestão de Políticas Culturais (Ufal).

Mesmo com o blog, Guilherme Ramos ainda tem muitos textos inéditos (possui um livro de crônicas e outro de ficção brasileira esperando para serem lançados). Transitando entre prosa e poesia, seu dia a dia é frenético. Atualmente escreve um livro de poesias diárias, além de ficções brasileiras, textos teatrais e crônicas avulsas. Há, ainda, projetos/esboços de romances esperando ganhar vida. Mas tudo a seu tempo. 

“A tragédia e a sátira são irmãs e estão sempre de acordo; consideradas ao mesmo tempo recebem o nome de verdade”. Concorda com Dostoievski?

Nietzsche afirmava que “(...) se a verdade não agradar ao homem, ele a troca por uma ilusão da verdade. (...)”. Ou seja: a verdade nada mais é que uma mentira convincente – e conveniente. Dia após dia, selecionamos o que é melhor para nós. E é na catarse da tragédia que nos livramos do que nos incomoda – mesmo sem saber disso. Com a sátira, é a mesma coisa: uma paródia aqui, outra ali, e lá se vão outras tantas frustrações. Aliviados, revigorados, seguimos. Com a nossa vida. Precisamos passar por tragédias, para que encontremos a “redenção” de que necessitamos. Ironicamente ou não, é na sátira que rimos de nós mesmos (e/ou dos outros) para expor as metástases da verdade que ninguém quer para si. Parafraseando o “filho do Homem”, somos caminhos, verdades e vidas...

“Com a comédia eu consigo procurar pelo profundo”. (Dario Fo)

Quantas vezes, sob o brilho de um sorriso fantasioso, escondemos sombras de uma realidade amarga e indigesta? O riso nada tem a ver com a falta de seriedade de quaisquer assuntos. Ao contrário. Quando não é o “riso pelo riso” (e tenho certeza que Fo não se referiu a isso), a carga de crítica que o acompanha daria para explodir um país – insensível – inteiro. Plauto, Shakespeare, Molière, Gercino Souza, Wolney Leite, Ariano Suassuna, entre tantos outros, fizeram rir como ninguém. Mas, se observarmos as nuances de suas histórias, as ironias disparadas, as dualidades injetadas, ah!, temos um prato cheio de reflexões, não é mesmo? Parodiando Che Guevara, em sua célebre frase “há de se endurecer, mas perder a ternura, jamais”, vou tentar exemplificar como seria um “riso sério”: rir, para se divertir. Mas perder a noção, jamais!

Como Charles Chaplin, você crê “no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror”?

Sim, sim, sim. Chaplin foi um visionário em seu tempo. Tudo o que ele queria fazer era seus filmes. Mostrar tudo o que sabia. E sabia muito: escrevia, dirigia, produzia, dançava, atuava, compunha músicas; enfim, um gênio completo que se recusou – inicialmente – a usar som em suas produções. Isso porque não objetivava olhos e ouvidos apenas. Ele desejava o coração do público. As pessoas já se falavam e se ouviam demais. Ele queria que o público “sentisse” o filme; a história. E sentir – em sua época e ainda mais nos dias de hoje – é um ato heróico. Sentimentos podem iniciar grandes romances ou conflitos inimagináveis. Sentimentos fazem o homem amar ou odiar seu semelhante. Quando nos permitimos o riso e a lágrima lembramos, nem que seja por um mísero instante, que somos humanos. Nascemos chorando. Choram por nós quando morremos. No intervalo entre vida e morte, choramos de alegria e de tristeza. Lágrimas são recorrentes em nossas vidas como um dia após uma noite. São inevitáveis. São necessárias. Mesmo quando não as desejamos. Mas quem controla isso? Às vezes, choramos até de tanto rir! Porque, no fundo, no fundo, todo mundo quer ser feliz. E pessoas felizes não querem guerras. Pessoas felizes não têm tempo para sentir ódio. Não há mais medo quando rimos. O riso anestesia a dor e ameniza o sofrimento. Não há mais terror quando rimos. Cabe a cada um de nós utilizar essas ferramentas pessoais para o próprio bem-estar. E já dizia Millôr Fernandes: “Entre o riso e a lágrima há apenas o nariz.”. Então, faça o que quiser, mas faça de tudo para ser feliz!

“Basta ler meia página do livro de certos escritores para perceber que eles estão despontando para o anonimato”? (Stanislaw Ponte Preta)

Tenho dois pontos de vista. Um autor torna-se anônimo/fracassado por dois motivos: 1) O escritor não segue a tendência do mercado literário (ou não se submete ao que uma editora dita/condiciona para publicá-lo e/ou se recusa a mudar seu estilo de escrita porque “esse tipo de literatura não vende”); 2) O escritor escreve mal. É, acontece. Tirando os elementos “sorte” (de cair nas graças de uma grande editora) e “talento” (isso não se discute), um autor pode se matar de escrever e nunca será lido – a não ser por seus amigos e familiares mais próximos. Aliás, se ele morrer, há grandes chances de alguém se interessar mais por seus escritos, do que quando ele estava vivo. Assim é a vida. Difícil. Digna de virar livro. Mas nem sempre é assim. E fim.

“O mais valioso de todos os talentos é aquele de nunca usar duas palavras quando uma basta?” (Thomas Jefferson)

Em literatura, há uma regra de ouro: “menos é mais”. Quanto menos se escrever e mais se disser, melhor. Na vida, não podia ser diferente. Quando muito se fala, maiores serão as chances de se cometer erros. Mas alguns erros são ensaios para o sucesso. A sabedoria está em aprender com eles, erros silenciosos e/ou barulhentos. Aprender com as histórias que vivenciamos. Escrever histórias que precisam ser lidas. Mas devemos escrever um livro que gostaríamos de ler. E poupar o leitor de mediocridades. Pitágoras, filósofo grego, já aconselhava: “Não diga pouco em muitas palavras, mas muito em poucas”. Melhor parar por aqui…

Leia mais em:

(Conto "12 de Junho", completo)

e

(Crônica "Amor-Produto", fragmento)

A crônica completa você encontra aqui:

sábado, 8 de março de 2014 0 comentários

Feliz ANO TODO DA MULHER!



Então, Feliz ANO TODO DA MULHER!
Porque são 365 dias de glórias e conquistas. 
E vocês (apenas) merecem.

Minha singela homenagem às amadas-amigas...
Sem me esquecer, também, das desconhecidas!


(Guilherme Ramos, 08/03/2014, 10h35.)
Imagem: Google.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014 0 comentários

Laura: 2 anos

Olá, amig@s!

Hoje, 28/02/2014, 5h21, Laura, minha filha caçula, completou 2 anos de vida!

Muita coisa aconteceu desde 2012, quando ela nasceu.

Mas o que fica? Amor, amor, amor e amor.

Definitivamente, Laura Ramos:

EU TE AMO!

Amor, verdadeiro, é esse aqui. Feliz aniversário, Laurinha!

Seu pai,

Orgulhoso e cada vez mais apaixonado,

Guilherme Ramos.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012 0 comentários

Feliz Natal


É mais um NATAL.
Que ele venha repleto de paz, amor e harmonia.
Porque a gente merece.

(Guilherme Ramos, 24/12/2012, 11h47.)

Imagem: Google.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012 0 comentários

Dia do Professor


Enquanto crescia, vivenciei momentos mágicos ao lado de mestres e mestras do saber. Foram eles que me incentivaram a ser - exatamente - como sou. E hoje, nesse dia tão especial (e, por que não dizer, nesse mês, nesse ano, nessa vivência atemporal), peço que continue a jornada em prol do conhecimento nosso de cada dia. Os futuros profissionais e cidadãos que serão moldados com a sua ajuda ainda não sabem, mas terão uma dívida de gratidão sem precedentes. Só serão o que serão por causa do que você ensinou: com o amor como gramática, a amizade como régua e a solidariedade como compasso. E a cada novo passo, novo dia, hora a hora, você, professora/professor, será a luz não só no fim do túnel, mas em toda a cidade; em toda alma aprendiz que tocada for por suas palavras e ações.

Mais uma vez, PARABÉNS, MESTRES E MESTRAS!

Com carinho,

Guilherme, 15/10/2012.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012 0 comentários

Entrevista ao IZP


Recentemente dei uma entrevista ao Diogo Braz (Instituto Zumbi dos Palmares - IZP), promovendo a temporada do espetáculo teatral "Insônia" (em cartaz no Espaço Cultural Linda Mascarenhas, Farol, ao lado do Cepa, todos os sábados de agosto e o primeiro sábado de setembro/2012, 20h. Preço: R$20,00 e R$10,00). Reproduzo-a por aqui, para ajudar na divulgação, mas a entrevista original pode ser acessada pelo link abaixo: 


Seria muito legal ter a opinião de vocês por lá e por aqui! E, claro, a presença de vocês no espetáculo! Rssss...



Ramos de criatividade para todos os insones
Diretor de Insônia fala sobre o espetáculo e sua produção artística

Diogo Braz

Coincidentemente, eles têm o mesmo sobrenome e, ao que tudo indica, devem ter passado noites em claro por causa de suas mentes artísticas inquietas. Não à toa, o ator, escritor e diretor de teatro Guilherme Ramos se inspirou no insone conto do quebrangulense Graciliano Ramos para construir a montagem da Companhia Teatro da Meia-Noite que está em temporada no Espaço Cultural Linda Mascarenhas: Insônia.
Numa entrevista por e-mail, o inquieto Guilherme Ramos gentilmente fala sobre o espetáculo e mais alguns temas de sua produção artística. Vale a pena conferir o bate-papo e a peça, que fica em cartaz até o dia primeiro de setembro, sempre aos sábados, às 20 horas. 

O espetáculo é inspirado num conto de Graciliano Ramos, como se deu essa escolha? Você não utilizou o texto de Graciliano na íntegra, como se deu o processo de construção do texto do espetáculo?
Era 2006. Estava adaptando “Vidas Secas”, romance de Graciliano Ramos, para teatro de rua. Estava cansado, sem um pingo sono. Insônia das boas. Olhei para o lado e lá estava o livro de contos “Insônia”, também de Graciliano. Dei uma folheada, li o conto, reli o conto, pensei: “isso dá um texto e tanto!”. Virei a noite adaptando. Quase não senti o tempo passar. Foi um trabalho fácil. Prazeroso. O conto era enxuto. Aliás, Graciliano tem essa coisa minimalista no que escreve. Não tive muito o que “cortar”. Apenas segui a linha da história, traduzindo a introspecção literária para a dinâmica teatral. No outro dia, após algumas horas de sono diurno (que nunca repõem o sono da madrugada), vi que a obra completaria 60 anos em 2007... E aí, a magia teatral foi acontecendo.

Mente inquieta


O espetáculo é de 2007, ano em que eram comemorados os 60 anos de lançamento do conto Insônia. Além disso, há outras referências ao numeral 60. Qual é a intenção de trabalhar com essa referência?
O espetáculo tem 60 minutos propositalmente, pois além de uma alusão aos 60 anos do livro e da idade do autor quando faleceu, faz referência às divisões básicas de tempo (60 segundos = 1 minuto; 60 minutos = 1 hora). Simbolicamente, um relógio impiedoso e seu “tic-tac” medonho (que, segundo Graciliano, seria um torturante “sim-não”).

Vocês são uma companhia de repertório, correto? Possuem um arsenal de espetáculos que podem ser apresentados. Por que escolheram Insônia para realizar esta temporada no Linda Mascarenhas?
Insônia se tornou um “xodó” da Companhia. Todos nós gostamos da produção. Mas, por seu conteúdo mais “sério”, foi pouco apresentado nos palcos. O público, de certa forma, prefere o humor – e isso tem de sobra dos outros espetáculos. Daí, quando surgiu a oportunidade de compor a programação do projeto do IZP, foi unânime: “Insônia MERECE isso.” E cá estamos. Em cartaz. Por dois meses. Isso é muito bom.

Insônia é um monólogo em que o personagem narra delírios que o fizeram despertar. O que o espetáculo pretende despertar no público?
Reflexões acerca da mecanização do homem; da inquietude do ser humano versus o condicionamento de animal racional; da dualidade que nos cerca, nos move, mas também, nos imobiliza.

Guilherme Ramos e a palavra


A dúvida entre o sim e o não, tal como a pílula azul ou vermelha no filme Matrix, desenha um dilema que diversas pessoas enfrentam no decorrer da vida. Na sua opinião, quais são os principais dilemas enfrentados pelo teatro alagoano atualmente?
Arte... ou dinheiro? Texto autoral... ou texto da SBAT*? Teoria teatral... ou prática teatral? Teatro de grupo... ou empresa de teatro? Investimento pessoal... ou edital público? Fazer teatro... ou arrumar “emprego”?
(*) Sociedade Brasileira de Autores Teatrais.

Qual a importância das temporadas para o desenvolvimento de um espetáculo?
Sabemos como é difícil entrar em temporada em Maceió. Poucos teatros (com pauta acessível), pouca segurança nas ruas, poucos locais para estacionamento, pouco dinheiro, pouco interesse... Quando alguém decide enfrentar tantos empecilhos e ir ao teatro, precisa ter acesso a um bom trabalho. E bons trabalhos só são alcançados com muitas apresentações, com o público presente. E isso só é possível com longas temporadas. Um final de semana apenas não faz um espetáculo amadurecer. Em alguns casos, um final de semana transforma-se na única chance de um grupo ser conhecido pelo público. Ao seu término, o fantasma da falta de incentivo, além de todos os problemas já citados, podem até “matar” a produção e esta nunca mais ser vista. Uma temporada longa é a antítese desse processo: espetáculo e grupo ganham força com o
passar do tempo, ganham experiência e, é claro, um público.

Você é dono de uma mente criativa e inquieta. Artisticamente, o que tem feito você perder o sono ultimamente?
São tantas coisas... Escrevo um romance há anos; tenho idéias e mais idéias de outros livros (romances, contos, RPG* etc.), alguns já iniciados; há quatro ou cinco textos teatrais que lutam entre si – na minha cabeça – para ver quem será escrito primeiro; há desejos de adaptação de outras obras literárias para o teatro; há textos de teatro (entre eles, um musical infantil) já escritos, ainda inéditos, clamando para serem produzidos; há músicas e trilhas sonoras compostas (e em composição) esperando o momento certo para serem utilizadas; e há meu blog (www.prosopoetica.blogspot.com), onde posto minhas inspirações que não cabem – ainda – nos palcos. Este último é quem tem me confortado, porque a literatura, o teatro e a música exigem mais de você. “Blogar” é mais simples: postou, tá valendo. E qualquer um com Internet, acessa. Por conta disso, tenho investido um pouco mais nele. Estou criando um livro on-line (e gratuito) de contos sequenciados, como se fosse uma série de TV. Cada capítulo-episódio terá começo, meio, fim e desdobramentos para o próximo. A temporada completa deve ter entre 11 e 22 episódios semanais, quinzenais, mensais... É uma experiência nova para mim e não sei no que isso vai dar, mas você pode tirar suas próprias conclusões: book-trailer em: http://prosopoetica.blogspot.com.br/2012/08/post-mortem-video-de-abertura.html. Post Mortem – Quando Tudo Começa, um seriado literário composto por contos sequenciais inundados por um oceano fervente de realismo fantástico, cercado por traiçoeiros icebergs de verdade nua e crua – da vida (pós-morte). 
(*) Role Playing Game (jogo de interpretação de papéis).

Arte com A maiúsculo


O que o público pode esperar do espetáculo Insônia?
Um dos mais sufocantes contos de Graciliano Ramos numa das melhores atuações de um ator alagoano. Marcos Vanderlei dá tudo de si nesse personagem. Sua preparação foi além da literatura e do teatro. Sua performance vai além do corpo. Só assistindo para entender o que digo. Não é marketing. É Arte. Com “A” maiúsculo.
domingo, 12 de agosto de 2012 0 comentários

Dia nos Pais no SESC

Nós, pais Sesquianos recebemos uma linda homenagem no dia 10/08/12. Não poderia deixar de registrá-la por aqui, né?

FELIZ DIA DOS PAIS!!!!


sábado, 4 de agosto de 2012 3 comentários

Post Mortem - Vídeo de Abertura



E ATENÇÃO!

Terminei o vídeo de abertura do seriado literário!!!

A partir daqui - e com essas referências audiovisuais - mergulho na criação desse projeto!

Espero que tod@s gostem!

COMENTEM - COMPARTILHEM - CURTAM - PARTICIPEM!

E até o primeiro CAPÍTULO-EPISÓDIO:

S01E01 - Mais um Dia, Como Outro Qualquer
quarta-feira, 1 de agosto de 2012 1 comentários

Post Mortem - Quando Tudo Começa

Olá, amig@s!

Estive "de molho" por esses dias. Virose, dengue... Ainda não sei. Só sei que tive mais sintomas (e dores) do que postagens por aqui. Rssss... Imaginem vocês que, na segunda (30/07) fui tomado por uma inspiração incontrolável, bem no meio de um banho gelado, pra diminuir a febre. Pois é! Às vezes, uma enfermidade faz  milagres. Na terça (31/07), já tinha esboçado a ideia da história:

Post Mortem – Quando Tudo Começa: um seriado literário composto por contos sequenciais inundados por um oceano fervente de realismo fantástico, cercado por traiçoeiros icebergs de verdade nua e crua – da vida (pós-morte)...

Estranho? Vago? Instigante? Esquisofrênico? Escolham sua opinião, porque a partir daqui, vocês participarão diretamente nisso. Trata-se de um livro de contos sequenciados, como se fosse uma série de TV. Cada capítulo-episódio terá começo, meio, fim e desdobramentos para o próximo. A temporada completa deve ter entre 11 e 22 episódios semanais, quinzenais, mensais... É uma experiência nova para mim e não sei no que isso vai dar (ainda). Rssssss... Conto com vocês! Se a coisa "vingar", novas temporadas surgirão.

O bom de tudo isso é que, à exemplo dos "Contos Que Não se Contam" (que foram escritos, acreditem, sem pensar muito, pura escrita automática), o suspense e os "ganchos" prenderam leitores e leitoras, que sentiram a necessidade de ler o próximo conto, o que remeteu às "Mil e Uma Noites" de Sherazade. Confiante nessa resposta de público, decidi criar um material mais elaborado e fazer parcerias (com fotógrafos, desenhistas etc.) visando a criação de algo novo por aqui: um SERIADO LITERÁRIO (se alguém souber/descobrir algo sobre o tema, por favor me enviem!). Relembro que vocês se depararão com uma série para ler (quase televisiva). Claro que providenciarei alguns "estimulantes" sensoriais, para ajudá-l@s nessa experiência..

Tanto me inspirei que hoje (01/08) já tinha uma ideia inicial para o tema de abertura, que vocês podem curtir agora mesmo:

Tema de abertura - Post Mortem (demo)


A ideia é, a partir dessa música, fazer um vídeo de abertura para ser assistido antes das leituras, dando o "clima" para a história. Novas trilhas serão compostas e sugeridas para audição nos capítulos-episódios seguintes. Imagens e outras tantas coisas serão disponibilizadas e/ou solicitadas para o leitor pesquisar na Internet, permitindo sua interação e uma maior profundidade com a trama... E isso é só o começo!

Bem, é isso aí. Doença vem, doença vai, mas a inspiração não para. Não vejo a hora de voltar ao meu dia a dia, às minhas filhas (que, por uma questão preventiva não vejo há mais de 2 semanas...), meu trabalho, enfim... À vida!

Espero que gostem da proposta e que me ajudem com ideias, sugestões, pedidos, fotos, músicas... Vale tudo, tá?

Evoé, meu povo!
terça-feira, 5 de junho de 2012 1 comentários

Cáuo*



Minha filha Hannah observa dois automóveis estacionados, no outro lado da rua, enquanto estamos sentados na porta de nossa casa.

- É o cáuo... - diz, num dado momento.

- É. - eu confirmo.

- Tá cortado, o cáuo.

Não consegui segurar o riso. Simplesmente fantástico ouvir isso. Ela se referia ao Fiat Strada que estava ao lado de um Uno Mile. Ao seu ver, cortado. Agora, pôxa, associar "inteiro" e "cortado" ao ver dois veículos? Ai, ai... Ela só tem dois anos! Rssss... Mas vai longe, não vai? Quanto ORGULHO!!!!! Huahuahuahuahua...

(*) Cáuo: carro, no dialeto "Hânnico"...
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 0 comentários

Um pouco de mim e sobre o que escrevo...


1. Fale um pouco sobre você
A parte mais difícil dessa entrevista. Foi a última questão que respondi. É difícil falar sobre si mesmo, sabe? Particularmente não gosto. Prefiro que as outras pessoas o façam. Sei lá. Pode parecer estranho, mas falo pouco de mim. Acho que falo mais do que eu faço. Falar de mim seria como tentar ensinar física quântica no jardim de infância. Rssss... Em poucas palavras, sou um sonhador. Um “Insone sonhador”, às vezes. Prefiro lembrar que sou ator, diretor, escritor, músico prático, artista intermídia... Enfim, gosto de muitas áreas. E tento vivenciá-las sempre que possível. Atualmente, estou tentando ser escritor mais do que qualquer outra coisa. Existem, ainda, os “títulos” – não posso fugir deles: Especialista em Gestão e Organizações Sociais (UFS), Arquiteto e Urbanista (UFAL) e a “gestão cultural” – minha escolha profissional: Gerente do SESC Centro – Unidade de Cultura do SESC/AL, idealizador do Centro de Difusão e Realização Artístico-Cultural (CDRAC), onde são desenvolvidas atividades diversas nas cinco principais linguagens artísticas do Regional (Artes Cênicas, Música, Literatura, Artes Visuais e Audiovisual). Mas... Eu mudo a cada instante. E talvez esses momentos estejam no meu blog (www.prosopoetica.blogspot.com). Quer me conhecer (um pouco)? Visite-o. Permita-se. Participe.

2. Quando e como descobriu que era escritor?
Simplesmente foi surgindo. Não sei dizer quando. Apenas escrevia. Meu primeiro texto (teatral) data de 1984. Uma curta comédia (Conde Frácula), usada em festival de teatro do colégio. Não fui um bom leitor, contrariando a teoria de que um bom escritor deve ser um bom leitor (mas sou obrigado a concordar com essa teoria). Eu simplesmente sinto as cenas, as palavras, as rimas. A coisa vem, sabe? Claro que pesquiso muito, estudo técnicas etc. Sou autodidata. Como muitos, odiava literatura (depois, descobri que odiava as aulas de literatura no colégio. Só me serviram para decorar datas, nomes etc. para o vestibular – uma triste confissão). Mas falo do meu início. Eu não lia. Escrevia. Até hoje uso algumas palavras que nem sei o significado. Daí, quando procuro no dicionário, elas são perfeitas! Vá entender! Acho que tenho sorte, um dom ou sei lá o quê. Gostaria de ler mais teoria da literatura pra saber o que estou fazendo, mas pensando bem, se eu souber muito o que estou fazendo, não ficarei, eu, técnico (ou previsível) demais? Não sei, não sei... Isso daria um livro. (Rsss...)

3. Que tipo de textos você mais gosta de escrever?
Ah! Muitos! Mas poesia, conto e dramaturgia são os mais “chegados”. (Rsss...) Gosto de contar histórias, extravasar sentimentos (às vezes inexistentes). Por exemplo: não preciso estar apaixonado para fazer uma poesia sobre o amor (correspondido ou não). Apenas escrevo. Por isso, se lerem algo meu, não pensem que sou o personagem que deu origem à série, OK? (Rsss...).

4. Qual a maior dificuldade de um escritor?
Para mim é a tal “página em branco”! (Quando ficamos horas e horas e horas e não sai uma linha sequer). A tão temida “falta de inspiração”. Mas não é bem assim. Acredito que tudo isso é a ausência de “clima inspirador”. Podemos usar técnicas para iniciar um trabalho. Por exemplo: não tente iniciar um texto logo de cara. Antes, relaxe, tente esquecer o ambiente externo. Jogue um pouco (Playstation, xadrez, paciência etc.), escute uma música, veja um filme, leia um livro etc. Aí você equilibra o que é real (e, normalmente chato, castrador, antinspirador) e o que é ficcional (inspirador). Outra coisa que me dificulta muito é a indisciplina. Se você não dedica uma parte de seu tempo para a criação literária, seu corpo, sua mente e seu espírito vão se tornar um triunvirato de preguiça e você nunca irá terminar “o tal livro” tão sonhando...

5. Cite 5 dicas que você daria para alguém que quer ser um escritor
Escreva. Pesquise. Escreva. Leia. Escreva. Anote tudo. Escreva. Grave tudo. Escreva. Desenhe. Escreva. Conte histórias. Escreva. Ouça música. Escreva. Assista a filmes. Escreva. Escreva. Escreva. Escreva. Escreva. Acho que foram mais de cinco, né? Mas, na realidade, é exatamente isso. Escrever. Da mais ridícula “abobrinha” à mais genial teoria. Tenha um “livro de idéias” (compre um caderno sem pautas e ande com ele sempre por perto. Escreve nele tudo o que surgir na sua cabeça e puder ser usado, mais tarde, na sua história. Afinal, nunca se sabe quando uma grande idéia vai aparecer, certo?). Não há apenas dicas. Há escrita. Parece óbvio, mas escrever é exatamente isso: escrever. Deixar que as idéias venham às mãos e se tornem letras, palavras e frases. Que parágrafos criem vida e capítulos tornem-se inesquecíveis aos sentidos de alguém. Que o resultado final toque o coração de quem escreve, para depois, tocar ao coração alheio. Importante: se aquilo que você escreve não emociona nem a você. Não serve. Jogue fora. Procure outra função no mundo. Ou, se ainda quiser ainda escrever, então... Escreva. Pesquise. Escreva. Leia. Escreva. Anote tudo. Escreva. Grave tudo. Escreva. Desenhe. Escreva. Conte histórias. Escreva. Ouça música. Escreva. Assista a filmes. Escreva. Escreva. Escreva. Escreva. Escreva...

6. Por onde se deve começar a escrever uma história?
Bem, acho importante frisar “por onde não começar”: pelo começo. Parece meio ilógico mas, levando-se em consideração que você leva muito tempo escrevendo (um romance, por exemplo), você nunca o terminará com o mesmo estilo literário. Você melhora, piora, enfim, muda de estilo até terminar o trabalho. Então, se você seguir uma “sequência” cronológica, muito certinha, certamente o leitor perceberá tais diferenças e isso pode comprometer seu trabalho. Agora, quando trabalhamos em algo mais curto (um conto, uma poesia etc.) sugiro que você deixe seu coração dar as dicas. Escreva. Sem a obrigação de terminar algo. Aproveite a inspiração disfarçada de amenidade. Escreva uma frase que surgir na cabeça. Vá juntando títulos que surgirem, frases, palavras (aparentemente) sem sentido, sobretudo os neologismos. Neologismos dão ótimos títulos. E rimas. De repente, você junta uma coisa aqui e outra lá... (meio Dadaísta, né?) e surge uma obra inédita. Muitas poesias minhas surgiram assim. Às vezes, vem apenas uma cena de um conto. Eu escrevo a cena, resumida e, quando aparece uma oportunidade, dedico-me a terminá-la. Isso ocorre mais com contos. E por aí vai. Gosto muito de criar um título e guardá-lo. Chega um dia que a inspiração aparece e o título ganha forma. Outras vezes, tenho a história de uma vez só. O título vem depois. Eu tento fugir do óbvio e procuro títulos mais simbólicos. Mas isso é uma questão de estilo. Eu ainda procuro o meu. Cabe a cada um enfrentar a sua jornada.

7. Para você, rima é importante em uma poesia?
Particularmente, eu gosto. É mais sonoro, mais gostoso de curtir. Mas tem também o verso livre que, dependendo da estrutura, encanta qualquer um. Mas a rima é como música para meus ouvidos. Em alguns textos meus essa sonoridade aparece. Sabe quando não há rima, mas há sonoridade? Há ritmo? O texto flui como uma música. E o leitor vai se apegando sem nem saber porque. É esse estilo que busco. Chamo essas tentativas literárias de “minha prosopoética” (perdoem-me os acadêmicos que sabem que prosopoética é outra coisa...) e tenho gostado do que venho fazendo. Porém, quando escrevemos, escrevemos para o leitor. Eles é quem devem gostar ou não. Mas, como sou autor-leitor, dou-me o luxo de gostar do que faço. O que não gosto, não publico no blog. Guardo. Um dia, minha opinião pode mudar, uma revisão pode mudar e tudo pode mudar... e mudar.. E mudar... Não são, assim, as pessoas? E por que não as criações artísticas? Mas, sim (para mim), as rimas são muuuuito importantes.

8. Você costuma construir primeiro o enredo ou os personagens de uma história?
Depende da inspiração. Às vezes vem tudo junto. Mas é mais racional ter o enredo primeiro. Porque assim, você vai povoando, colonizando a história com personagens. Quantas vezes um coadjuvante virou principal? E quantas outras um principal foi descartado? Claro que, às vezes, você tem “O Personagem”. E, a partir dele, vem uma, duas, três histórias. J. K. Howling que o diga, não é, Mr. Potter? (Rsss....)

9. De onde você tira inspiração para escrever?
De mim. (Rsss...) Brincadeira. Às vezes, vejo um nome, uma frase, uma foto, escuto uma música etc. E simplesmente vem. Outras vezes, inspiro-me em fatos do cotidiano, uma manchete de jornal, um livro, uma reportagem de revista, uma bula de remédio, um filme, uma série de TV. Ou acordo no meio da madrugada com uma idéia fixa na cabeça. Pode até ter vindo de um sonho. Enfim, o que quero dizer que não há uma inspiração certa ou errada. O que há é inspiração. E ela muitas vezes é do contra. Aparece quando estou querendo fazer outra coisa. Por exemplo: quando preciso fazer um relatório de trabalho, dá vontade de escrever um conto, uma poesia. Mas se eu parar especificamente para fazer o tal conto ou a tal poesia, não vem nada. É como se minha inspiração ficasse me testando. Provocando-me, para ver se eu realmente a mereço. Já perdi a conta das vezes que estou na rua e surge aquela melodia, frase, poesia, nome de personagem etc. que tanto procurava. E faço de tudo pra não perder isso. Escrevo no meu livro de idéias, num guardanapo, na mão, gravo no celular... Bem, quem me vê por aí, pensa: “- O que esse louco tanto fala sozinho?” Até agora não fui internado. Mas corro o risco. Perco a sanidade, mas a inspiração, nunca! (Rsss...)

10. Diga alguns livros e escritores que você gosta.
Na realidade, prefiro livros técnicos, fora do padrão literário cotidiano. Poucas vezes leio para me distrair. Nesse sentido, ler, para mim, significa pesquisa. Esses livros me ajudam a entender ou descobrir sobre o que escrever, servem de inspiração. Adoro pesquisar o desconhecido, o fora do comum. Amo livros e revistas que falem sobre ocultismo, religiões, mistérios, OVNIs, Genética, evolução humana, Atlântida, Lemúria, Continente de Muh... (Acho que alguém, nesse momento, está pesquisando metade do que disse, no Google... Rsss...). Mas, já que preciso citar algumas obras e autores não tão técnicos, não poderia esquecer: As Crônicas de Gelo e Fogo (George R. R. Martim), O Senhor dos Anéis (J. R. R. Tolkien), Noite na Taverna (Álvares de Azevedo), Grau 26 (Anthony E. Zuiker), Noturno (Guillermo Dell Toro), Sangue Quente (Isaac Marion), Harry Potter (J. K. Howling), As Crônicas de Nárnia (C. S. Lewis)... Vou parar. Está começando a ficar cliché. Tá vendo que tenho um gosto fora do padrão? (Rsss...)

(Entrevista concedida ao blog "Terra de Carol" em 2011. Obrigado pela oportunidade de me apresentar como escritor! Ah! E a minha caricatura foi feita pelo amigo-músico-desenhista Tércio Smith. Há muuuito, muuuuuuito tempo. Direto... do túnel do tempo... Rsssss...)
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 0 comentários

Minha História (Alternativa...)

É... Sonhar não custa nada. 

Hoje, ao abrir um e-mail, tive uma grata surpresa: Ana Isabel, uma amiga, me enviou um link maravilhoso. Não vou falar muito, para não estragar a surpresa. 

Porém... Ressalto que o seu conteúdo é realmente mágico! Faz mais do que fazer sonhar. Dá um gostinho de auto-estima, como poucas vezes temos chances de ter. 

Vão lá! Curtam e aproveitem para fazer, vocês mesm@s, sua vida alternativa. Cliquem na imagem abaixo e CURTAM MINHA VIDA NUM UNIVERSO PARALELO! Rssss....





Abração!

Guilherme.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011 0 comentários

Festival de Teatro da Meia-Noite


10 anos não são 10 dias...

PARTICIPE! DIVULGUE! DIVIRTA-SE!

Espero vocês por lá!

Abração!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011 0 comentários

Repaginando o Prosopoética

Pois é, amig@s!

Vocês já devem ter percebido mudanças radicais por aqui, certo? Rsss...

Nesse início de novembro, decidi dar uma "repaginada" no blog, que já tem mais de cinco anos. Talvez movido pela participação no 2º Prêmio Alagoano de Blogs, decidi dar mais "tecnologia" ao bom e velho Prosopoética. Que carecia de interação com as redes sociais.

Agora, você pode seguir-me no Twitter, encontrar-me no Facebook, ler as postagens sem precisar acessar diretamente o blog (RSS), enviar-me e-mails... ufa! Haverá muito mais, mas tudo a seu tempo! Ainda estou "apanhando" com os scripts, códigos e templates, mas... estou adorando fazer isso!

Por hora, vamos testar as novidades, certo? Sempre tem uma ou outra coisinha que precisa de ajustes...

E suas opiniões são de grande importância para mim!

Aproveitem! Visitem! Interajam! Critiquem! Elogiem! 

Enfim...

Sejam tod@s bem-vind@s ao NOVO PROSOPOÉTICA!
 
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