segunda-feira, 31 de dezembro de 2012 0 comentários

Heroísmo Invisível




Não pratico o Bem para aparecer ou ser uma pessoa melhor. Faço as coisas longe dos olhos da vaidade porque a partir do momento que seja uma obrigação ser alguém bondoso, educado, heróico ou qualquer coisa do gênero, não serei mais eu quem o faz, mas apenas mais um produto do meio em que vivo. E, sejamos francos, não tem sido uma convivência pacífica.

Diante de tantos heróis de TV, de periódicos, os verdadeiros heróis, anônimos, são invisíveis. Apenas faço a minha parte (mesmo com todos os meus defeitos, claro!). Ao escrever isso, por desabafo, não pretendo fazer parte dos conhecidos, mas alertar aos invisíveis, como eu, que estamos juntos, fazendo o Bem acima de tudo, porque haverá sempre alguém que merece. Talvez esse alguém ainda não tenha nem nascido, mas poderá vir a um mundo um pouco mudado, preparado pelas nossas esperanças. E "esperança" não é uma espera sem sentido. É uma "pausa nos sentidos”, para que possamos agir na hora certa.

Agi. De coração tranquilo. E, mais uma vez, invisível, não fui notado. Quer saber? Eu quase me angustiei. Quase fiz o contrário do que preguei. Mas, parei. Pensei. E aqui estou. Disposto a fazer tudo de novo. Agradecido por não ter me corrompido pela ilusão da vaidade. Do gritar para os quatro cantos, quase me justificando pelo que foi feito, numa publicidade desnecessária. E me perder, mais uma vez, nas luzes de algo distorcido, mas rotulado de fama. Não apenas trevas cegam os incautos. Assim também fazem as luzes, se mal utilizadas. Que o digam motoristas, em noites de chuva forte, enfrentando os desafiantes (e irresponsáveis) faróis altos dos outros autos...

Será que só podemos fazer algo de bom para quem vale a pena? E o que é valer a pena? É não ter defeitos? Não ter vícios? Só fazer o Bem? E as pessoas que não sabem que podem valer a pena? Será que estão no mundo apenas para atrapalhar? Fazer o Mal? Lutarem contra “nossas” verdades? Reflitamos. É para isso que serve o período natalino e não apenas para gastarmos bônus de férias e décimos terceiros salários. É muito mais do que consumismo. É muito mais do que já fizemos até esse momento.

Temos a chance de mudar. De sermos nós mesmos, sem ferir o outro. De sermos contra algo, mas saber explicar tal opinião. De convencer o outro sem ameaças, nem intimidação. De querer a mesma coisa, mas de forma diferente, no final das contas. Porque todo mundo só quer ser feliz. E felicidade é ficar bem, mesmo que a felicidade seja do outro. Precisamos ter paciência para que esse sentimento chegue logo, com esforço e dedicação. Porque até a chuva precisa de outros estímulos para cair. Ela simplesmente não cai do céu porque a terra merece. Se assim fosse, não haveria tanta seca em nosso país. Se fosse assim, ninguém valorizaria o que faz. E ninguém seria exemplo para ninguém. Ninguém se importaria com ninguém.

Reflita. Se isso for difícil para você, pelo menos comece preocupando-se por si mesmo. E o faça bem. Bem feito. Quem sabe, assim, as coisas melhorem, de forma invisível, tão mágico quanto um nascer do sol ou um crepúsculo (porque nem todos presenciam esse espetáculo). Veja a natureza, bem mais insistente que todos nós juntos. E somos bilhões. Seis bilhões de motivos para ela desistir. Mas ela não o faz e continua. Como cada um de nós também pode fazer. Apesar das adversidades; apesar das agressões contra ela; até pela ausência de ações a seu favor. Se o objetivo é melhorar, vamos nos empenhar. Porque se você quer, você consegue. De uma forma ou de outra. Mas é preciso acreditar. Ninguém nunca vai fazer isso por você. Cada um terá sempre algo (melhor) para fazer. Por si.

E assim, segue a vida, gira o mundo, dia a dia, sem parar.

E assim, sigo eu, passo a passo, lentamente, para não me cansar.

Insisto, por isso, existo!

Feliz 2013.

(Guilherme Ramos, 11/12/2012, 13h22.)

Após assistir ao vídeo:

https://www.facebook.com/photo.php?v=247907265322739

Imagem: Google.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012 0 comentários

Partilha



Quando ele olhou em seus olhos pela primeira vez, não imaginava o que estava por vir. Tudo parecia um acaso do cotidiano, algo comum em suas vidas apressadas e (às vezes) desregradas de estudantes. Ainda mais ela, tão linda, compenetrada, dedicada à pesquisa, motivo de orgulho para qualquer coordenação de curso universitário.

Já ele, um recém-retornado aos estudos acadêmicos, pouco prático e atuante nesses assuntos, apenas sorriu ao conhecê-la. Deu bom dia, educadamente, como faria com qualquer pessoa, mas se permitiu desejar um pouco mais. Mas, devido às circunstâncias que apenas o Destino sabe explicar, ficou só na vontade...

Continuaram vivendo suas vidas (com os problemas que só a eles pertenciam) e pouco se conheceram mais. Apenas novos encontros casuais, sorrisos de comercial de margarina, mais saudações educadas e uma dupla simpatia por conta da casa. Nesse ritmo os anos foram passando. E suas vidas, cada vez mais, mudando.

Quando menos esperaram, um novo (e inocente) reencontro se deu. Ambos, já separados de seus (ím)pares, querendo apenas curtir a noite, dançar, beber, nada mais (e “na boa”!), se divertiram como há tempos não faziam. Pelo menos, sem aquelas cantadas baratas de botequim de quinta. A sensação era de acolhimento e compreensão, além, claro, de muita descontração.

Gargalhadas a parte, trocaram telefones e deixaram seguir a vida. Não se ligaram, como era de se esperar, porque aquela noite foi apenas uma bela confraternização, não um encontro vulgar.

E o que tiver de ser, sempre será... Basta haver coragem para recomeçar. Porque quando viram o amor um no outro, não guardaram apenas para si. É natural desse sentimento, ser partilhado. Passo a passo. Um dia por vez. E assim, cada um (na sua velocidade) o fez.

No fim, não houve um fim.
Foi sempre um recomeço.
Quem foi que disse, enfim,
Que amar precisa de um preço?

(Guilherme Ramos, 12/12/2012, numa hora qualquer, que não foi o "fim do mundo". Rssss...)

Imagem: Google.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012 0 comentários

Feliz Natal


É mais um NATAL.
Que ele venha repleto de paz, amor e harmonia.
Porque a gente merece.

(Guilherme Ramos, 24/12/2012, 11h47.)

Imagem: Google.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012 0 comentários

Alô, Japão?


Japão? Alô? O mundo, aí, já acabou? 
Hum... Se ainda tá tudo em cima por lá, 
Por que haveria de cair só o lado de cá? 
Acabou, não rapaziada!...
Vamos comemorar pela madrugada!

(Guilherme Ramos, 20/12/2012, 23h20 em Maceió - 11h20, no Japão...)

Imagem: Google.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012 0 comentários

Partir


Sem mais (nem menos), partiu. Assim, sumiu.
Navegar por "mares nunca dantes navegados".
Foi para longe, para onde ninguém mais viu.
Bailar em bailes repletos de desencantados.

Por que fez isso?! Todos me perguntaram.
Não interessa! Nem a mim, nem a ninguém.
Respondi que tais vontades se superaram.
Demais. Que poderiam ir muito mais além.

Porque a vida é assim. E a morte, mais ainda...
Sempre que se nasce, um dia qualquer, se finda.
Não há muito o que se fazer; tampouco discutir.

Aceite o fato: viva bem; deixe o outro também viver.
Tristezas vem e vão, se acabam e viram... prazer!...
Diante disso, então, por que não começa... a sorrir?




(Guilherme Ramos, 19/12/2012, 00h26. Diante de umas frases que falei sem pensar, o esquecimento da poesia que iria se formar: um novo improviso mais sóbrio e sombrio, que resultou no que acabo de postar... Sem falar na "métrica gráfica", que me deu nervoso ao reparar!...)

Imagem: Google.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012 0 comentários

Nu Corpo



Não havia motivo para se despir assim,
Perder a calma, como quem arranca a pele.
Por que duvidar do que sentiu (por mim!)
Quando a repulsa atrai e o tesão repele?

Nus nos entendemos mais. É mais que demais!
Não há como explicar essa incrível relação.
Quando nos vemos, faísca, o fogo se faz...
Ao nos tocarmos, o mais leve, é explosão.

O corpo treme, sua, recua, arrepia, goza,
Numa terapia, estado de alegria, poesia-prosa,
Como se nunca tivéssemos conhecido nada igual.

Assim somos: eu, você, o tesão e a libido,
Traçando um ao outro, tal qual fruto proibido,
Num pecado perdoável, tão bom, de tão mau...

(Guilherme Ramos, 11/12/2012, 18h37.)

Imagem: Um Corpo Nu. Todos os direitos reservados.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012 4 comentários

Mudança


Sofria.
Sou fria. - pensou.
(Não é nada disso...)
Sorria.
Só ria. - mudou.

(Guilherme Rmos, 10/11/2012, 10h38.)

Imagem: Google.
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Aquela Música



E de repente me vejo escutando aquela música (nem) tão triste...
Mas me escondo, como o sol e a lua, naquele repentino eclipse...
São coisas tão normais, naturais, de caráter... provisório...

Eu me divirto, cantando, acreditando que nada daquilo existe...
Não me importo, suponho, mas a tal música repete e insiste...
Eu poderia mudar, não me ser assim, mas acho isso tão simplório...

(Guilherme Ramos, 07/12/2012, 12h40, sem mais nem menos... Nem música, inclusive! Rsss... Vá entender!)

Imagem: Google.
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Precisão


 
Eu preciso de gente, preciso de contato.
Preciso, tão simplesmente, de amor. Fato.

(Guilherme Ramos, 06/12/2012, 12h05)
 
Imagem: Google.
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Poetização


Seja poeta, não pelo que tentou dizer, mas pelo o que alguém se permitiu entender. A verdadeira poesia está nos olhos de quem vê, no coração de quem sente e não (tão somente) na razão letárgica de um cérebro treinado. Talvez eu tenha razão; talvez, quem sabe, eu esteja errado... Mas, independentemente de qualquer definição, não quero rixas entre razão e emoção. Que fique isso claro e, aqui, registrado.

(Guilherme Ramos, 05/12/2012, 15h15 e 06/12/2012, 11h28.)

Imagem: Google.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012 0 comentários

Decepção


"Decepção" é a arte de aprender que nem tudo deve receber um valor maior do que merece ter.

Seja, apenas, feliz. Decepções se decompõem com o tempo e somem. Você, ao contrário, só cresce! Porque merece. E tem muito mais o que aprender, ensinar e melhorar. Isso, é viver!

(Guilherme Ramos,  30/11/12, 18h07. E não, eu NÃO estou decepcionado. Isso foi apenas uma inspiração, baseada na provável "decepção" de outros...)

Imagem: Google.
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Tudo (Mesmo)



Suas palavras, seu sorriso, seu olhar...
Adoro tudo (tudo mesmo) em sua presença.
Adoro até a saudade, na sua ausência,
Pois no reencontro, outra vez, posso lhe amar...

(Guilherme Ramos, num dia de novembro, numas horas da madrugada... Numa "inspiração" desregrada... Rssss...)

Imagem: Google.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012 0 comentários

Linda


Amar é, lá pras tantas, saber que não há mais nada a fazer.
Sozinho. Porque há tanto o que fazer ainda... Não finda.
É saber que o "não há o que fazer", pode ser, ainda...
Pura vontade de refazer, o haver, o estar... Ah! Linda...

(Guilherme Ramos, um dia desses de outubro ou novembro de 2012. Porque inspiração é assim, assim: vem e não deixa a gente anotar a data! Rsss... POSTAGEM Nº 500!!!!!!)

Imagem: Google.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012 1 comentários

Simplesmente (...)


- Como é que alguém me deixa tão bem, ficando simplesmente assim?
- Assim como?
- Assim. Ao meu lado, puro e simples...
- Abraçado? Trocando olhares? Apenas?
- Apenas.
- Mas vale a pena.
- Vale.
- A maturidade nos dá esse poder. Às vezes queremos um colo, outras vezes um abraço amigo. E pouca libido.
- Libido. Tenho libido. Mas agora... Não quero. Quero você, simplesmente assim. Ao meu lado.
- Eu também, meu bem. Não há nada de errado.
- Primeiro o carinho, depois o sexo. Eu quero um afago.
- Eu também. E é por isso que quero ser lembrado.
- E vai ser, meu bem. Porque tesão, a gente "manera" com a mão.
- Já o amor...
- Ah, o amor é foda.
- Também.
- Falo foda, no sentido de ser muito melhor do que uma simples foda...
- Essa foi foda.
- Não, ainda não. Vai ser agora.
- O que, o amor?
- Não, meu amor, a foda.
- Vai ser agora?
- Vai. Ser. Foda.
- Ah! Adoro isso em você, amor.
- O quê? A foda?
- Não. Como você é foda com as palavras. Isso só aumenta minha libido.
- Libido. Amor. Foda. Tríade perfeita.
- Também acho. Vem cá, vem.
- Eu vou, amor. Eu vou. Vem também.
- Demorou...
- Mas chegou...
- Hummmmm...
- Ahhhhhh...
- Wowwwwwwww...
- Uhaergasfg...
- %#$%#%$%*¨(*&*)(*)*(¨&$...
- )**&¨%%#%$¨¨&¨*¨&)(**&¨%...
- ...
- ...
- ...
- ...
- ...
- ...
- Foi foda.
- Foi. Muito foda.

(Guilherme Ramos, 21/11/2012, 2h20.)
Imagem: Google.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012 0 comentários

Bom... Dia?



A tod@s que aqui estão, quero dar “bom dia”. Aliás, partilhar, pois se desse meu bom dia para os outros, ficaria eu, sem um bom dia. Questão de egoísmo salutar, explico: também sou merecedor de um bom dia. Apesar de preferir a noite, o dia, mais claro, por mais cinzento que possa parecer (se chover), merece ser tratado como um bom dia. Assim, dele virá uma boa tarde (por mais que seja tarde) e uma boa noite (querendo ou não, ela sempre vem...). E, por que não dizer, boa madrugada (para os que são da madrugada, como eu), o que sempre antecede outro bom dia.

O “bom” do dia (o “boom” também), depende de nós. Por mais “nós” que tenhamos que desatar. Sendo assim, temos o poder de tornar nosso dia melhor – ou pior – do que ele realmente é. E nada de responsabilizar os outros por isso. Isso é nossa responsabilidade. Por isso, torne o seu dia, um BOM DIA. Porque eu já comecei a fazer isso, escrevendo.

Por que você não cria seu “texto” através de boas ações? Disso, independe papel, lápis ou tecnologia. É pessoal, intransferível e até mais humano. Humanidade, aliás, é o que nos falta, para realmente, termos um bom dia...

(Guilherme Ramos, 05/11/2012, 8h30, acordando bem. Pronto para um BOM DIA!)

Imagem: Google.
sábado, 3 de novembro de 2012 1 comentários

Vem (Se Dividir Comigo...)


Um dia, uma noite vai ser pouca...
Para o que pensamos em fazer - juntos.
Uma coisa é desejar, beijar, tirar a roupa,
Outra, é estar de corpo e alma - únicos.

A escrever poesia na pele um do outro,
A fazer prosa no meu, seu, nosso corpo,
Ir e vir, sem querer parar. Puro prazer!
Vem se dividir comigo, porque eu vou com você.

Os desejos, a gente pega pelos cabelos.
Se não for assim, não há como detê-los.
É preciso ser forte mas, também, delicado...

Não precisamos de jogos, charme ou provocação.
O que queremos é muito mais do que entenderão:
É a pura delícia de estar um a um, lado a lado...

(Guilherme Ramos, 03/11/2012, 18h42, no calor da primavera/verão mais estranha do mundo...)
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Segredo (Misturando Tesão com Letras)

Poesia erótica, ok? Permita-se...

Cheiro, olfato. De fato! Tato, contato. Audição!
Gemidos. No ouvido. Maldição! Sozinho, não consigo!
Paladar, para dar o que falar (no beijar) contigo.
Visão: vê-la nua, sob a lua, ah! Loucuras do tesão...

Línguas e dedos, toques e retoques, dentes e mãos...
Palavras e frases, conceitos fortes tocam o coração:
Sexo selvagem, sexo romântico (às vezes, nem tanto!)
Por vezes tântrico, muito mais que perfeito, então!

Seu corpo é um segredo, você tem que me mostrar
Quando ir, quando vir, onde lamber, onde tocar...
Sinceramente? É ótimo aprender! Não é nada mal!

Não sei se vai sair poesia ou se vai sair punheta...
É nisso que dá, misturar... hum... tesão com letra,
Nessas coisas (quase loucas) e transas de casal.

(Guilherme Ramos, 03/10/2012, 2h36, numa inspiração mais que excitante! Rssss...)

Imagem: Google.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012 0 comentários

Não Deixe o Amor Chegar...

Não deixe o amor chegar aonde muitos o querem deixar...
Poucas vezes, tão poucas mesmo, ele lhe foi tão sincero.
Ele apenas pediu companhia, num fado, num tango ou bolero,
Ele apenas pediu simpatia, coragem e vontade de amar.

Não deixe o amor chegar tão longe de você ou de alguém
Porque o amor se espelha na companhia que ele encontra.
Ele pode sofrer, murchar, morrer, por não achar ninguém
Ou ele pode curar e se espalhar sem que você se dê conta.

O amor, ah! O amor é coisa que não se entende! Nem tente!
Apenas viva o amor e seus efeitos, sem defeitos, somente.
O que você vai descobrir é algo, simplesmente, sem igual.

Experimenta esquecer o passado, bem ou mal passado, assim:
Experimenta chegar junto, mais junto (bem mais junto!) de mim.
Experimentaremos, em par, algo ímpar, além do Bem e do Mal.

(Guilherme Ramos, 25/10/2012, 23h20, durante um blackout sem graça em Maceió...)

Imagem: Google.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012 0 comentários

Buquês de Rosa


Manhã chuvosa, só um pouco de prosa,
Numa rodovia, somente há poesia,
Uma música na rádio, lembrança tardia,
Cartas guardadas e buquês de Rosa...

Rosa Maria, alma vadia, não para quieta.
Deus que me livre! - E guarde - fala bem alto.
Desregrada vive, obrigada, não faz nem dieta.
De birra e loucura, não desce do salto.

Maria, Rosa, meninas de romance e de conto
Não darão liberdade; nem sequer um desconto
Para um cara "bem-intencionado" se aproximar.

Bem-intencionado? - questionaria Maria.
Intencionado,  bem... - Rosa falaria.
Onde amam DUAS, TRÊS não cabem no amar!

(Guilherme Ramos, 24/10/2012, 00h25, após um antiácido básico...)

Imagem: Google.
terça-feira, 16 de outubro de 2012 0 comentários

Escrever


Todo escritor, apesar de parecer sociável, extrovertido como eu, tem um quê de lobo solitário... Sua dedicação à escrita resulta no prazer de conhecer seus mundos ficcionais e/ou poéticos. Então tenta me entender, quando eu recusar convites para sair, ir para a balada. Minha balada - por enquanto - é com minhas criações. E estou plenamente satisfeito com isso.

(Guilherme Ramos, 16/10/2012, 23h12, no meu Facebook. Sem motivo. Apenas vontade de escrever, não ir pra balada... Rsss...)

Imagem: Google.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012 0 comentários

Verdades e Mentiras



O que vou lhe dizer é a mais pura verdade; o que acabei de falar é a maior mentira.

Confuso? Nem tanto. A relatividade dos termos “verdade” e “mentira” só têm uma coisa em comum: o ponto de vista. Às vezes, uma mentira é tão real que até o próprio mentiroso acredita. Aí, meu amigo, quem pode distinguir uma coisa de outra?

Também ocorre o contrário: a verdade, de tão absoluta, não permite nenhuma outra versão. É aquilo e pronto. Qualquer interferência será interpretada como blasfêmia, heresia ou ainda uma falta de consideração com o declarante.

Daí vem as brigas. Porque tais divergências, sejam verdades ou mentiras, enfrentar-se-ão tão ferozmente quanto dois gladiadores lutando pela própria vida. Aí eu pergunto: “para quê”?

Não vou mentir. Falar a verdade, sempre, é muito difícil. Há momentos que o uso indevido da verdade pode causar danos irreversíveis: fins de relacionamento, conflitos diplomáticos, guerras mundiais... Exagero? Então experimenta falar tudo o que lhe vem na cabeça por uma hora consecutiva na sociedade. Você será taxado de chato, radical, anti-social, inoportuno, FDP... Na melhor das hipóteses, claro. Há possibilidade de ser agredido, linchado... ou morto. Liberdade de expressão? Isso é só impressão. Não conte com ela. É prejudicial à saúde.

Mas é difícil, também, mentir. Não é pra qualquer um. É quase uma arte. Exige empenho, boa atuação, continuidade e pressupõe uma série de realidades alternativas a serem criadas a partir de então. Porque mentir exige “memória criativa em expansão”. É como um universo “pós-bigbang” crescendo infinitamente. E isso é para poucos. Como se lembrar de cada detalhe da mais inocente história? Acredite: vão conseguir lembrar coisas que você não disse. Mas, como é mentira, você não se lembrará se disse ou não disse. E, nesse disse-me-disse, o que aumentarem (ou diminuírem) sobre sua criação inicial, poderá – e será – usando contra você, mais cedo ou mais tarde...

Então, vale a pena mentir? Deve valer, pois até existe um dia exclusivo para a mentira, o famigerado “1º de abril”. É, a rima é tosca, mas tá valendo. Quem nunca foi pego numa mentirinha inocente? Ou num trote inconseqüente? Que atire a primeira pedra, quem nunca se divertiu com a credulidade do outro? Agora, quando estamos no lado do enganado, a história é outra. Vem a raiva e o sentimento de inoperância é grave. Ser enganado é a pior coisa que existe. Pensando bem, tem muita coisa pior do que isso. Mas, até nos depararmos com esse “algo”, ser enganado continua vencendo disparado.

Vale a pena, então, falar sempre a verdade? Depende. Se a verdade não causar impacto, tudo bem. Mas se ela causar impacto, também é válido. Validá-la, porém, não a isenta de riscos. Risco de ser único numa multidão de gente conhecida. Risco de ser alguém realmente confiável, num mundo de “nem tantos”. Risco de ver-se sozinho por muito tempo, até encontrar alguém semelhante a você. Semelhante. Porque igual, só no sentimento de verdade. Trocadilhos à parte, sempre é bom usar e abusar da verdade. Se ela não fosse realmente boa, ninguém se importaria tanto em buscá-la. Ou ressaltá-la: “a verdade, nada mais que a verdade”.

Então, resumirei o assunto de outra forma: o que vou lhe falar não é mentira: o que eu acabei de dizer, não é verdade.

(Guilherme Ramos, 15/10/2012, 22h29. Texto criado a pedido de meu amigo Clilton Feitosa, que pretende usá-lo num trabalho pessoal. É isso aí! O importante é ajudar os amigos! E porque não fazê-lo... com Arte?)
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Dia do Professor


Enquanto crescia, vivenciei momentos mágicos ao lado de mestres e mestras do saber. Foram eles que me incentivaram a ser - exatamente - como sou. E hoje, nesse dia tão especial (e, por que não dizer, nesse mês, nesse ano, nessa vivência atemporal), peço que continue a jornada em prol do conhecimento nosso de cada dia. Os futuros profissionais e cidadãos que serão moldados com a sua ajuda ainda não sabem, mas terão uma dívida de gratidão sem precedentes. Só serão o que serão por causa do que você ensinou: com o amor como gramática, a amizade como régua e a solidariedade como compasso. E a cada novo passo, novo dia, hora a hora, você, professora/professor, será a luz não só no fim do túnel, mas em toda a cidade; em toda alma aprendiz que tocada for por suas palavras e ações.

Mais uma vez, PARABÉNS, MESTRES E MESTRAS!

Com carinho,

Guilherme, 15/10/2012.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012 0 comentários

Dia da Criança!


Às vezes, só às vezes, chamaram-me de CRIANÇA. Às vezes, só às vezes, eu me IMPORTEI. Às vezes, só às vezes, eu BRIGUEI por isso. Às vezes, só às vezes, eu PENSEI que, de fato, nunca deixei (nem deixarei) de ser criança. Às vezes, só às vezes, eu me ESQUEÇO disso. Às vezes, só às vezes, eu me LEMBRO disso. Às vezes, só às vezes. Mas as vezes, não. E, quando vem o 12 de outubro eu penso, às vezes, só às vezes, CADÊ O MEU PRESENTE???? Rsssss... (BRINCADEIRA...) FELIZ DIA DA CRIANÇA! Para as crianças e os adultos-crianças que são felizes. Vou curtir o MEU dia e o de MINHAS crianças.

(Guilherme Ramos, 12/10/2012, 1h32. Porque todo dia é dia da criança...)

Imagem: Google (literalmente... Rsss...), todos os direitos reservados!!!
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Leveza



E a leveza no coração, leva-nos às nuvens...
Fazer o que, então, se estão olhando ao redor?
Sinceramente? Fazer, simplesmente, meus jovens!
Apenas fazer e (re)fazer, sempre, o nosso melhor.

(Guilherme Ramos, 10/10/2012, 14h49, ao responder um e-mail de trabalho. Quem disse que não podemos fazer isso poeticamente?)
quinta-feira, 11 de outubro de 2012 0 comentários

Frágil Idade

Quando eu lhe parecer FRÁGIL, tenha cautela e entenda: isso não significa "cuidado, você pode ME machucar" (ao me partir em pedaços), mas sim "cuidado, você pode SE machucar" (com meus fragmentos afiados)... 

(Guilherme Ramos, 11/10/2012, 23h07. Nessa vida, só se fere quem quer! Rssss... E quem avisa, amigo é. Né?)

Imagem: Helder Souza (todos os diretos reservados).
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Qu'ela




Que ela venha, vestida de sol ou de chuva,
Que ela seja além da imaginação...
Que ela caiba, em nós, tal qual uma luva
Que ela volte, com muito amor no coração.

Que ela sonhe, tal qual doce criança,
Que ela faça, por nós, a maior diferença
Que ela traga, para nós, uma grande mudança
Que ela encante, com a sua simples presença.

Que ela seja - apenas - ela mesma, somente.
Que ela esteja consigo, feliz, sempre.
Que ela tudo possa, tão logo, vivenciar.

Que ela não esqueça o passado, mas viva consciente,
Que ela faça do futuro, um resultado do presente,
Que ela sempre deseje, mas procure também realizar.

(Guilherme Ramos, 10/10/2012, 18h10. Numa inspiração repentina, sem explicação. Talvez tenha sido o clima, o dia de chuva ou, quem sabe, talvez, simplesmente a falta de sol...)

Imagem: Florian Imgrund (todos os direitos reservados)
quarta-feira, 10 de outubro de 2012 0 comentários

Precisão



Foi-se
Foice
Sim.

Exato
Ex ato
Fim.

(Guilherme Ramos, 10/10/2012, 11h58. Mais preciso, impossível...)

Imagem: Google.
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Amor Nerd


- Te amo! - Ele teclou.

- Amo-te! - Ela, prontamente, respondeu.

Ele feliz; ela nem tanto. E completou:

- Não, não estou me declarando. Apenas corrigindo o seu erro de português.

- ??????????????????????

- Não se começa uma frase com pronome oblíquo!

- ...

É. Nenhum romance pode ser ambíguo...

(Guilherme Ramos, 10/10/2012, 1h10. É. às vezes o sentimento é cruel. Resumo da ópera: não é o que você sente que importa. Mas o que sentem por você. Vá entender...)

Imagem: Google.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012 1 comentários

Tudo de Novo


Coração acalmado, inspiração enjaulada. Não que devamos criar (apenas) com o coração em prantos, mas... a dor ajuda a pensar. A criar. Um coração muito feliz tende a produzir o que todos querem ouvir-ver-saber. "Sentir", verdadeiramente, não é unanimidade. Tal sentimento é privilégio para pouc@s. Pena que não seja tão óbvio, visível ou prático. Exige uma dedicação que outr@s pouc@s estão dispost@s a dar. Sendo assim, não seja igual a mim: acalme seu coração e contente-se com o que está por vir. É como um fim de novela: não traz nada de novo. Aliás, traz: a sensação de que estamos vendo "tudo de novo". De novo, novamente, outra vez... 

(Guilherme Ramos, 08/10/2012, 1h53. Com o coração rugindo feito um leão...)

Imagem: Google.
sábado, 6 de outubro de 2012 0 comentários

Teoria


Coisas do passado, ao passado pertencem.
O amor de ontem, virou carinho de amigo.
O que nasceu em nós, os ciúmes vencem,
Hoje, sem mais nem menos, morreu comigo.

Por isso, não quero você acreditando em mim.
E essa é toda a minha descompromissada teoria.
Mas, sem sofrer... com o tal (e provável) fim.
Sou mais (sendo menos): menos tristeza, mais alegria!

(Guilherme Ramos, alguma madrugada de setembro e 05/10/2012. Demorou pra terminar e nem sei se está pronta! Rsss...)

Imagem: Google.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012 0 comentários

Transformação

 
 
E eu, como bicho-homem, deveras insistente,
Recebo seu corpo-mulher sem exitar...
Percebo a adrenalina, sempre e sempre,
Transformar-se em endorfina pós-gozar!

(Guilherme Ramos, 01/08/2012, 20h17. O que era um comentário, virou postagem. Vá entender! Rsss...)

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quinta-feira, 4 de outubro de 2012 0 comentários

Não Muito Bem


Em matéria de amar, o que nos resta é sonhar.
(Ainda) temos medo de encontrar uma resposta.
A gente se dá bem, porque não se conhece muito bem.
Até quer "jogar", mas teme perder a aposta...

(Guilherme Ramos, 04/10/2012, 15h50. A musa me visitou, em meio a tantas coisas para resolver...)


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quarta-feira, 3 de outubro de 2012 0 comentários

Filosofia Apocalíptica


Já que o mundo vai se acabar em 2012, por que a gente não "se acaba" juntos, antes?

(Guilherme Ramos, 02/10/2012, 11h05, após lembrar que, segundo dizem que os maias disseram - o que eu tenho lá, minhas dúvidas - faltam uns dois meses para o "fim do mundo"... É. E ainda tem gente se fazendo de "difícil"... Rsss...)
terça-feira, 2 de outubro de 2012 0 comentários

Livre Arbítrio


Seja apenas AUTÊNTICO. Poucos o são. E, depois, ficam se lamentando, "chorando as pitangas"... Reclamando da vida, que não foi - exatamente - do que jeito que queriam. Mas foi - exatamente - do jeito que fizeram (ou não fizeram). Essa é a diferença. Quem precisa FAZER algo (bom ou não - o que é uma questão de ponto de vista) somos nós. Isso é "livre arbítrio". Puro e simples. Eficaz.

(Guilherme Ramos, 02/10/2012, 11h46. De uma opinião, durante conversa com a amiga Tatiana Santorio, surge a postagem de hoje...)

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segunda-feira, 1 de outubro de 2012 0 comentários

Adultecendo...


Ser adulto é "ser". "Adulto" é opcional.

(Guilherme Ramos, 01/10/2012, 23h21. Do nada, pra variar...)

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sábado, 29 de setembro de 2012 0 comentários

Momento(s)

 

É bom saber: você me faz super bem. (oh! Meu bem!)
Vamos aproveitar cada vão momento! (eu tento...)
Não importa um dia, uma hora que vai... (ou que vem!)
No que sentimos, juntos, não há unidade de tempo...

(Guilherme Ramos, 29/09/2012, 2h16. Simples assim...)
sexta-feira, 28 de setembro de 2012 0 comentários

Diferença


Na realidade, a vida é uma grande “mentira”. A verdade, de verdade é o que fazemos com ela. Isso, sim, nos faz ver o quanto somos frágeis, pequenos, dependentes de afeto, reconhecimento e sentimentos afins. Mas, ao mesmo tempo, a grandiosidade que alcançamos dia a dia, da hora que acordamos até a hora de dormir, ah! Mostra o quanto o mundo pode ser ainda menor em relação aos nossos sonhos! Nisso eu acredito! Nisso todos nós acreditamos. Façamos, então a diferença! O mundo só vai ficar... melhor.

Guilherme Ramos, 28/09/2012, 8h55. Começando o dia com “pé direito”... – mas nada contra os “canhotos”! Rsss...)

quarta-feira, 26 de setembro de 2012 0 comentários

Simpatia


Fui com a sua cara,
Você foi com a minha.
Nesses atos "descarados",
A gente "se encaminha"...

(Guilherme Ramos, 14/09/2012, 8h37. É. Às vezes, eu acordo/crio cedo... Rssss...)
segunda-feira, 24 de setembro de 2012 0 comentários

Responsabilidades Assumidas em Excesso




Você é uma criança. Sua “única” responsabilidade é ser feliz. E deveria ser, também, quando se tornasse adulto. Digo “deveria” porque, por algum motivo que não vou revelar (“cada qual com seu cada qual”, já dizia minha avó), mudamos o rumo de nossas vidas.

Com poucos anos de vida, você começa a estudar. Sua “responsabilidade”, agora, é o dever de casa. E é cobrado por isso. Claro que você precisa fazer tais deveres, do contrário não evolui no ensino, pois a prática leva à “semiperfeição”. Nem vem. Ninguém é perfeito! Nem @s (dit@s) perfeit@s idiotas.

Você cresce. Como criança e como ser pensante. E os deveres também. Vai do jardim de infância à metrópole acadêmica. E, sem perceber, cobra-se para concluir suas obrigações como se fosse morrer caso falhe. E o pior: é você quem se autoimpõe. Pode até ter uma “forcinha” dos pais, dos professores, dos amigos, da sociedade, da mídia... Mas é você – somente você – quem permite que isso aconteça.

E arruma um emprego. Ou se torna autônomo. Quase se torna um “autômato” do trabalho. Novamente, sem que lhe digam nada, você cobra a perfeição e a total ausência de falhas. Foi seu/sua chefe que “mandou”? Não. Foi você quem lamentou não ter conseguido. Porque se houvesse um limite no que você consegue fazer (e isso, só você sabe qual), tudo seria diferente.

Aí você paquera, namora, noiva, casa, separa, casa de novo, separa, fica, namora, não fica (porque não está a fim), fica (mas fica por pouco tempo), apaixona-se, não é correspondido, chora (ou não chora), fica com raiva, fica com medo de ficar sozinho, passa um tempo só, apaixona-se mais uma vez, ri do caso passado, novamente não é correspondido, alguém se apaixona por você, você não corresponde, fica sozinho, estuda, faz concurso, fica, fica, não fica, não fica, não fica mais quieto e pensa que “pirou na batatinha”. Acha que não consegue amar e passa a maldizer o amor... (E, no momento da pausa para respirar, tomar um café, um chá, um suco, uma coisa qualquer), você olha para trás, olha para frente e vê que se esqueceu de viver. O presente. Somente. Um dia por vez.

E nesse vácuo, procura recuperar o tempo perdido. Quer sair com @s amig@s, mas eles/elas tem o que fazer. Assim como você também tinha. Afinal, cada um tem seus objetivos na vida. E você? Parou para pensar nos seus? Onde ficou a tal “felicidade” que era “sua” responsabilidade inicial?

Está num sonho, talvez esquecido, que você deixou de sonhar, porque não tinha tempo, devido à idade, ao estudo, ao trabalho, ao relacionamento, à separação, à depressão, à preguiça, às desculpas “pomposas” e sem-vergonhas que usamos contra nós mesmo. E nem sabemos porque. Por quê? Podemos responder?

Nessa dúvida, nessa insegurança, nesse medo, vem a raiva de não saber “para que se veio ao mundo” ou “porque diabos tanta coisa errada acontece com você”. Mas será que tudo o que houve foi, de fato, errado? Analise:

- Se faltou alguém na sua vida para amar, é porque você precisava estar – somente – com você.

- Se o trabalho não vai bem, é porque você precisa arrumar um outro emprego.

- Se a faculdade está péssima, que tal mudar de curso?

- Se as finanças não vão bem, porque não reduzir os custos?

Se... Se... Se... Se... Se... Se... Se... Se... Se... 

... Se você não está feliz como adulto, por que não volta a ser criança? Talvez, naquela inocência, livre do que é bom ou ruim para a sociedade a qual esteja inserido, mas ainda não percebe, esteja uma resposta para suas dúvidas. 

Mas, sinceramente, é preciso mesmo tudo isso? Não é óbvio? Não é simples? Você quer, apenas, ser feliz. E isso, só se consegue de duas maneiras:

- Fazendo o que se gosta.

- Gostando do que se faz.

Está esperando o quê? Ou será responsabilidade demais?
(Guilherme Ramos, 22/09/2012, 11h37.)

Imagem/Google: Atlas, segurando o mundo nas costas. Quer responsabilidade maior do que esta? Pois é exatamente isso o que você está fazendo, nesse momento. E nem percebe...
 
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