terça-feira, 28 de junho de 2011

Se...

Se sou noite...
... Ou se sou dia...
Se sou vento...
... Ou sou geada...
Se sou tristeza...
... Ou alegria...
Se sou manhã...
... Ou madrugada...

Se sou sangue...
... Ou sou suor...
Se sou corpo...
... Ou se sou alma...
Se sou bom...
... Ou sou melhor...
Se sou ânsia...
... Ou se sou calma...

Se sou mesa...
... Ou se sou cama...
Se sou bicho...
... Ou se sou homem...
Se sou água...
... Ou se sou lama...
Se sou quem bebe...
... Ou sou quem come...

Se sou voz...
... Ou sou visão...
Se sou amigo...
... Ou algo mais...
Se sou amor...
... Ou sou tesão...
Sou o que sou...
... Mudar? Jamais!

(Guilherme Ramos, 01/06/2011, 00h03. Começando as férias...)

5 comentários:

Trabalhos Manuais disse...

é sempre muito bom... lê suas coisas novas... desculpa pela coisas..rsrs..
marluce costa

Dona Gata disse...

Sim, somos. Amei!

Jeferson Cardoso disse...

Pensando em seu poema, Guilherme, porém sem a pretensão de uma interpretação certeira: E se sermos o que somos não bastar para alguém? Quem é que nunca teve um receio desta natureza?
Amigo, fiquei muito feliz ao ver o seu sorriso em meu blog! Obrigado por sua presença! Um grande abraço!

Marly Bastos in "palavreados ao vento" disse...

Somos meio lá e meio cá né? Somos partes nada perfeitas e nada imperfeitas, Apenas somos. Essa dicotomia do homem entre bem e mal entre certo e errado é o que o distingue como ser humano.
E pra que mudar, uma moldadinha basta pra colocar tudo no eixo.
Beijos e gostei do teu blog

Jeferson Cardoso disse...

Guilherme, trago o meu agradecimento pelo comentário em meu blog e pelo esclarecimento sobre o poema este. Boa semana! Ah, e sim, estou pensando em reservar algum trocado na carteira pra caso surja a oportunidade de um terceiro texto [sorrio].

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