sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Clichê de Natal

Ho! Ho! Ho! (Segue um outro clichê...)
Mas concordo contigo:
É preciso olhar nosso umbigo
Que é pra gente aprender.

Natal é bonito, mas anda mesmo mudado
Trocaram a chita, pelo veludo encarnado.
Talvez ainda se possa, alguma coisa fazer:
Mas da nossa cultura não se pode esquecer.

Happy Christmas! (Segue um outro clichê...)
Mas concordo contigo:
É preciso olhar nosso umbigo
Que é pra gente aprender.

Nosso nordeste é quente
Não se pode negar!
É aqui que vive a gente!
Por que, diabos, mudar?

Jingle Bells! (Segue um outro clichê...)
Mas concordo contigo:
É preciso olhar nosso umbigo
Que é pra gente aprender.

Branco feito a neve, aqui, só conheço
Gelo de água de côco e areia do mar.
Não troco nem um pouco, pois eu mereço
A felicidade de aqui viver e de aqui estar

Feliz Natal! (Segue um outro clichê...)
Mas concordo contigo:
É preciso olhar nosso umbigo
Que é pra gente aprender.

Nada tenho conta o Natal, quero esclarecer!
Mas pelo sentido (capitalista) adquirido vou reclamar!
Quem sabe um dia, seja convencido e possa dizer
Que os bons tempos natalinos puderam voltar!

(Guilherme Ramos, 02/12/2011, 23h45. Um comentário que virou postagem. Coisinha tola, mas divertida. Coisas de blogueiro... e de vida! Rssss...)

2 comentários:

Jr Vilanova disse...

Vida de poeta deve ser isso mesmo, de onde menos se espera nasce um poema! Adorei, criatividade definitivamente é a sua marca!

Lucia B disse...

Gui, meu querido! Que bom que as palavras serviram. São para você, para mim, para todos os que precisam escutá-las. Que bom que você escreveu seu poema de Natal! Está melhor que eu…

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