terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Drummond (em gotas)

"Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? Amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? Sempre, e até de olhos vidrados, amar?"

(Carlos Drummond de Andrade)

1 comentários:

Nega disse...

Essa música me fez, em minha aborrescência, ver que não valeria a pena mentir para mim mesma.

e que indecisão, impaciência, desperdício de chances sempre existiriam em minha vida, mas que nunca, jamais por causa do outro, mas por mim mesma.

e também: "Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém...", assim como "Mas não sou mais
Tão criança, oh! oh!
A ponto de saber tudo..."

beijos Angélica

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